Me constranja com teu amor Yeshua
Á
Átrio dos Gentios
Removendo a poeira secular
     
 
Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso,
e pai da mentira.

                                                                                     Jo 8, 44
           
 
     
 
A chave de Eufrásio

Se você tem dúvidas sobre a existência de Deus, a finalidade da vida e coisas do gênero, talvez
possa ser útil a seguinte proposição...

Vamos imaginar que você seja o Eufrásio, belo nome, não? Há algum tempo eu, em um acesso de
mau humor, lancei Eufrásio numa cidade chamada, Eurásio...

Eufrásio no mundo de Eurásio, horrível, não? Mas não importa, está à altura de horrível história (ao
final, não quero tê-lo enganado sobre esta leitura).

Bom, Eufrásio estranhou tudo, mas após dois meses ele se deu conta de que era pior que
imaginava. Ele percebeu que toda a cidade era mentirosa. Teve certeza disto quando ao tentar
comprar um simples e característico peixe que havia gostado.

Cada vez e em cada lugar que tentava comprar o peixe pelo nome que conhecera, recebia outro tipo
de peixe. Percebeu que para um mesmo peixe, vários nomes eram dados.

Isto foi desgastante para Eufrásio, que decidiu partir da cidade. Como a esta altura não acreditava
em ninguém, pegou a principal rua e seguiu em frente, certo que daria em algum lugar fora da
cidade. Ao chegar ao limite, encontrou placas de destinos, mas todos os caminhos apenas traziam
de volta ao centro da cidade. Tentou ao norte, ao sul e ao leste. A oeste, deu de cara com uma
explícita placa de “Saía de Eurásio”. Confiante, seguiu por esta e deu de cara com uma pequeno
abismo onde era depositado o lixo da cidade, era só seguir o rastro de odor. Não havia nada na
borda oposta do lixão, exceto cercas e declives.

Após este triste evento, Eufrásio aplicou seu coração a entender a cidade, a primeira coisa que
notou foi que havia dois tipos de pessoas na cidade, algumas poucas, como ele, dadas a fazer
perguntas, as demais, nunca questionavam sobre a estranha cidade e seu pendor para a falsidade.

Eufrásio notou que os que se permitiam perguntas eram um tanto melhores que os demais,
pareciam ser mais consistentes em suas afirmações. Procurou cercar-se destes. Contudo, ao
indagar-lhes a respeito da saída da cidade, suas afirmações eram equivocadas e desagradáveis.
No melhor dos casos, respondiam com perguntas, sair? Para que? Para onde? Por que? Coisas do
tipo.

Depois, percebeu que entre os perguntadores, havia um outro grupo, ainda menor, a estes chamou-
os de "éticos", pois assim lhe pareciam. Tais pessoas questionavam a cidade e sua postura
mentirosa, eram gentis e esforçados. Um pouco da solidão de Eufrásio foi contida.

Como eram reflexivos e interessados, geralmente tinham boa índole e eram piedosos. Ganhando a
confiança de Eufrásio, este não tardou em enchê-los de perguntas. E claro, aos melhores, pedia
sempre. "Como se sai desta cidade?", e estes, não sabiam responder.

Um dia, um deles confidenciou-lhe, em segredo, que sabia a saída, mas que precisava segredar tal
coisa, depois de muitas idas e vindas, este, em particular, contou-lhe como poderia sair de lá, mas,
que nada devia contar a quem quer que fosse.

Eufrásio guardou cada pormenor do caminho que lhe daria a tão sonhada saída daquele insano
lugar.

No dia certo, na hora certa, pôs-se a caminho, mas o caminho em nada era certo, era ainda pior,
nem toda passagem estreita, nem todos as vielas codificadas puderam levá-lo além de onde partira.

Se havia algo consistente naquele lugar era a entranhada malha viária que conduzia tudo e a todos
ao mesmo lugar central, ao marco zero da cidade, o monumento do herói eurasiano, que lutou com
galhardia contra as forças perturbadoras (como asseverava a placa) das cidades exteriores.

Logo depois deste frustrante dia, encontrou o pobre "amigo" que, ao notá-lo, fugiu, antes mesmo de
ouvir qualquer bronca ou lamento. Fugiu como uma ratazana sensível à luz.

Nesta praça, onde jazia uma estátua enorme de um herói de aquém, havia um banco, lá,
desencantado, sentou-se, um, dois, três dias... Ao quarto, um senhor (não lhe darei um nome)
sentou-se ao seu lado.

Não havia qualquer motivo para uma conversa, Eufrásio não queria conversar com mais ninguém
naquela cidade.

Bradou um gemido de raiva, ao que o senhor se comoveu. Entre "que foi meu amigo" e "como
posso ser útil", surgiu um tênue fio de confiança, pautada sobretudo pelo desespero e pela aflição,
então, o senhor contou sobre a natureza má da cidade e de seu espírito de mentira. Fez uma
descrição sucinta sobre cada tipo de morador, alinharam seus conceitos sobre os que não fazem
perguntas, aqueles o qual o senhor chamava de “aventalhados”, porque tudo que precisavam eram
de um vento para lhes dar direção. Ao segundo, os perguntadores não éticos, o velho os chamava
de avantajados, pois eram felizes com suas certezas, pois tinham resposta para tudo e, nisto,  riram
juntos.

Por fim, os éticos, o qual eram chamados de tristes ou lamentáveis.  O velho agradou-se da
definição do Eufrásio, preferindo as definições deste às dele mesmo.

O velho respirou e disse, rapaz, você deu sorte, pois encontrou alguém que finalmente lhe dirá a
verdade. Indiferente, Eufrásio se permitiu ouvir o seguinte... “Cada qual deles se tornou mentiroso em
proveito próprio, são pessoas que mentem para roubar algo de alguém, o tempo todo e, em tudo,
fugir da realidade”.

Eufrásio ficou admirado com estas e outras coisas que o velho falou, mas ficou intrigado, ninguém
naquela cidade lhe contara algo verdadeiro, inteiramente verdadeiro, todos contavam algum tipo de
mentira, por que seria diferente com este? E que interesse movia aquele velho coração?

“Tudo que ouvi é consistente, mas como posso saber que você também não tem um motivo oculto,
para tirar algo de mim, estou farto de vocês e desta cidade”. O Velho lhe asseverou que era
diferente, pois o que sabia, soubera por parte de um homem virtuoso, que lhe contara sobre o que
seria a chave para decifrar aquele lugar. A palavra “decifrar” encheu os ouvidos de
Eufrásio, para simplesmente, fazê-lo interromper com um sonoro "basta".

Não iria cair em outro golpe.

“Não, não estou mentido” disse o senhor, "a diferença é que tenho como provar a você”. Olhou com
rigor o velho.

Então prove, teria dito, ao que ouviu, "sim, provo, com uma condição..." Eufrásio se dispôs a aceitar,
sim, sob qualquer condição.

- E qual é a condição?

- Se um dia alguém, assombrado com as mesmas perguntas, cruzar seu caminho, deverá ensinar o
que te ensinei e dar a mesma prova, caso contrário, estará condenado a ser como os demais, em
definitivo, sem esperança de volta.

No que Eufrásio concordou, o velho pediu que voltasse no dia seguinte, ao meio dia, no mesmo
lugar, sob aquela patética estátua.

Eufrásio, ansioso, chegou antes. Sua esperança podia ser medida com a pergunta que desistira de
fazer e que poderia fazer tão logo o velho lhe provasse sua verdade, a tão sonhada resposta à
pergunta, onde é a Saída de Eurásio?

O velho chegou com um não pequeno séquito de pessoas. Trinta, cinquenta ou, quem sabe, cem
pessoas. O velho subiu no banco, olhou para Eufrásio com ternura... Os dois se reconheceram e, de
modo muito próprio, celebraram seu acordo.

O velho começou um discurso inflamado contra a mentira, a mentira de cada tipo humano ali, seu
egoísmos, sua ardilosa forma de mentir e enganar a si mesmo e aos outros.

O povo estava sem palavras, atônico, o silencio só foi quebrado no primeiro urro, que se seguiu ao
segundo e ao terceiro, depois do primeiro gesto contra o velho, outros se seguiram, no que o povo
se apoderava sobre o velho, o jovem Eufrásio se afastara, mas sem tirar os olhos da cena terrível.

E sob o olhar de Eufrásio, o povo foi saindo, abandonando aquele corpo, inerte, no chão.


Marcos Mingra
 
     
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Echter, het drinken van thee bij een temperatuur van 70-79 ° C en boven de 80 ° was in verband met sterk verhoogd risico op slokdarmkanker met OR's van 2,21 (1,57-5,53) en 4,74 (2,67-10,51). Een overeenkomst werd gevonden tussen gemeld moncler jassen thee temperatuur en de gemeten temperatuur (correlatiecoëfficiënt = 0,62). Verdere analyse gaf hete thee temperatuur geassocieerd te worden met zware risico op slokdarmkanker in de voormalige en huidige rokers en de huidige drinkers (voormalige en huidige rokers: OR = 8.91 (1,91-16,77) en 7,33 (2,23-12,46), respectievelijk de voormalige en de huidige drinkers: OR = 7,58 (0,83-9,53) en 6,93 (2,01-10,65)). Conclusie: In de Zuid-Chinese context, het drinken van thee bij hoge temperatuur aanzienlijk verhoogt risico op slokdarmkanker, vooral in de drinkers en rokers .. In een vorig rapport, een plasmide, pIG1, die het laden domein uit de Streptomyces avermitilis polyketidesynthase (PKS) bevatte, promotors van Streptomyces coelicolor en de DEBS1-TE afgeknotte PKS uit Saccharopolyspora erythraea, werd louis vuitton tassen geïntegreerd in het S. Erythraea chromosoom, effectief vervangt de natuurlijke erythromycine laden domein met de avermectine laden domein. In dit artikel beschrijven we het voederen van korte keten vetzuren naar deze recombinante stam, en haar moedermaatschappij, NRRL 2338. De auteur onderzoekt een centraal thema in dit late roman van Henry James in relatie tot de huidige psychoanalytische ideeën die het oedipuscomplex te koppelen met het kind te ontwikkelen perceptie van de werkelijkheid (zowel psychische en hollister online extern), in het bijzonder door de ervaring van het zien en gezien worden. Britton visualiseert de oedipale driehoek als psychische structuur waar het kind erkenning niet alleen van seksuele relatie van de ouders, waaruit uitgesloten kan realiseren, maar ook zelf geobserveerd door een ouder terwijl het kind met de andere. Zo zowel observeert en geobserveerd. We vergeleken de werkzaamheid en veiligheid van laag molecuulgewicht heparine met die van een lage dosis ongefractioneerde heparine bij de preventie mbt schoenen van trombose na een totale knieprothese in een prospectieve, gerandomiseerde, multicenter trial. Honderd vijfentachtig patiënten werden willekeurig toegewezen aan twee groepen: tweeënnegentig ontvingen laag moncler jassen molecuulgewicht heparine (veertig mg enoxaparine de avond vóór de operatie en daarna eenmaal daags) drieënnegentig ontvangen ongefractioneerde heparine (5000 internationale eenheden de avond vóór de operatie en drie keer per dag daarna). De profylaxe werd voortgezet tot bilaterale oplopend venografie werd uitgevoerd zes tot negen dagen na de operatie of wanneer venografie niet gedaan, tot de achtste dag na de operatie.
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