Me constranja com teu amor Yeshua
Á
Átrio dos Gentios
Removendo a poeira secular
     
 
" Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos
salvos, é o poder de Deus."

                                                                                            1 Co 1, 18

"Ninguém se engane a si mesmo. Se alguém dentre vós se tem por sábio neste
mundo, faça-se louco para ser sábio.
Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele
apanha os sábios na sua própria astúcia."

                                                                                          1 Co 3, 18 e 19
 
     
 
Estamos entre os que crêem que a Bíblia é a Palavra de D’us, inspirada, infalível e absolutamente
necessária ao homem.

Temos, agora, por conta do aniversário de nascimento de Darwin, um ruído “revigorado” a respeito
da teoria da evolução das espécies.

De um lado, Criacionistas, do outro... Evolucionistas.

E nós? De que lado estamos?

A Teoria de Darwin é o que é: uma teoria. Por sinal, uma bela teoria, elegante, coerente, útil,
sobretudo, quanto à classificação das espécies, tarefa completamente humana, designada pelo
próprio D’us em Gênesis. Portanto, Darwin foi diligente como ser adâmico, mais que muitos.

Antes, registro minhas considerações a respeito do Museu da Criação, um acinte às prioridades
do Reino, e à teoria do Design Inteligente, uma preocupação de acadêmicos constrangidos.

Afinal qual é o significado prático desta teoria? Em nosso dia a dia, para que serve? Faz alguma
diferença no supermercado? Vou comprar uma galinha considerando sua evolução?

E ainda, que significado tem milhões de anos para mim? Não sendo geólogo, nem biólogo, nem
pesquisador, qual é sua utilidade cotidiana?

Não há!

Mas, talvez, devêssemos considerar a teoria em função da aptidão, da seleção natural, como as
que ocorrem em ambientes corporativos, escolares e políticos... Somos instados a sobreviver, não
somos?

Então prevalecem: a falta de ética, os programas eugenísticos, de purificação da raça, e toda a
sorte de justificativa do que há de pior no gênero humano. 

Como suínos, somos selecionados para uma carne “mais saudável”.

Mas não é exatamente a isto que se opõe o conceito de Criação Divina do Homem?

Sendo feito por D’us, à sua semelhança. Para que, por princípios éticos, sejamos uma raça
verdadeiramente humana.

Então o que sobra da teoria?

Em nossa vida prática, o pressuposto de Darwin parece ter apenas um objetivo,  produzir uma
corrente filosófica que não vai além de negar a Bíblia.

Eu tenho como provar rotineiramente a Palavra em minha vida, uma confrontação constante de sua
veracidade, a qual, em tudo, pude validar. E quanto a Darwin? Nunca achei em meu jardim,
revirando as pedras, o elo perdido ou qualquer pedaço de osso que fosse de algum proveito.
Também não possuo um laboratório para análise de Carbono 14.

Vou deixar que implicações filosóficas, decorrente de uma teoria, definam minha crença e meu
destino? Seguramente não.

O conhecimento humano, científico, filosófico ou religioso, é como um balão de inflar. Quanto mais
cresce, maiores são os limites entre o conhecido e o desconhecido. E nós que estamos dentro,
saberemos o que está lá fora?

Este limite existe para uma única razão, para nos fazer ciente de nossa condição frente à
profundidade do conhecimento de D’us, para os que nEle crêem.

Para os que não crêem, quem sabe permitir lembrar que em ciência tudo é refutável, ponto final.

“Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão
insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos “
                                                                                             Rm 11, 33

Se há sabedoria humana, e, partindo da hipótese que este é um ser criado, não seria maior a
sabedoria do criador?

“Vós tudo perverteis, como se o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse do seu artífice: Não me
fez; e o vaso formado dissesse do seu oleiro: Nada sabe.”

                                                                                                                  Is 29, 16

Não convém ser prudente em utilizar uma lógica que, em considerando D’us Todo o Poder,  Ele
pode criar as coisas e as registrar da maneira que bem entende? Aniquilando a vaidade dos
homens e respeitando a diversidade de épocas e leitores?

Portanto, não ter respostas definitivas e ser menos assertivo é antes de qualquer coisa,  um gesto
de humildade frente a Aquele a quem consideramos Todo Poderoso.

A realidade não precede à Palavra, antes o contrário. A realidade não pode fazer frente à Palavra.
Trata-se de uma hierarquia.

A Palavra, pois, é sobrenatural, Ela não traduz o mundo nem registra o real. A Palavra é sua
geradora.

Qualquer dificuldade decorre de nossa incapacidade de entendê-la.

Marcos Mingra


Comentário em 25 de junho de 2010.

No texto há uma consideração sobre as diferenças entre uma concepção materialista e outra espiritual, a partir do
conceito da prevalência do mais forte ou mais apto, uma correção sobre este conceito é aceita, a de que o correto,
a despeito do senso comum, é que a teoria fala sobre a sobrevivência do mais adaptado (não do mais apto ou mais
forte).

Ainda assim, as concepções se opõem, como considerar adaptados aqueles que discordam? Daqueles que morrem
por um ideal, pela justiça ou, no nosso caso, pela fé.

Se do ponto de vista genético, biológico, não há sobrevivência para estes, contudo, do ponto de vista do
pensamento, a morte é um poderoso motor de disseminação.

Aqui, espero, confirma-se o antagonismo entre concepções da criação do homem, como um ser natural e, de seu
espírito, como um ser sobrenatural.

Comentário em 24 de março de 2012

Este texto não está envelhecendo bem, não tanto pelo conteúdo, mas mais pela forma. Contudo, na linha do “o
que escrevi, escrevi”, este vai ficando.

Este assunto não tem mais minhas preocupações, estou aprendendo a amar ateus, os bons, não aqueles que
argumentam coisas como “Se Deus é bom, por que as pessoas sofrem?”. Prefiro beber cicuta a contra-argumentar
isto.

Se você não gostou ou não entendeu o que está escrito, resumo este assunto a um único pensamento...

A Bíblia foi escrita para o hemisfério direito, não para o esquerdo. Se você não aprecia contradições aparentes,
pensamentos complexos, prefere certezas a dúvidas, chega mesmo a odiar incertezas, não se sente feliz com um
bom paradoxos e conflitos e tensões são como o inferno, bem, neste caso, deixe seu hemisfério esquerdo para
coisas mais úteis como verificar o troco na padaria.
 
    
   
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