"E já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em
oração.

Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros; porque o amor
cobrirá a multidão de pecados."

                                                                                          I Pe 4

No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o
temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor.

                                                                                         I Jo 4
 
     
 

Gastei um bom tempo pensando em como escrever sobre o que segue... Ficção? Um texto sobre
a Palavra? Mas desisti, o que escrevo é uma metáfora e qualquer interpretação ou julgamento é
livre e de total responsabilidade de quem lê.

Se me rendi a esta escrita, deve-se à sensação de sua iminência. Não é uma crença, não é uma
convicção, é tão somente um proposição e uma forma de traduzir as altas exigências que a
Palavra encerra.

Está alinhado com o texto de abertura da nova página. Uma necessidade frente ao hedonismo e
ao neo-ateísmo? Não sei. Um tanto insano? Com certeza. Completamente insano? Que diferença
faz, olhe em volta, se estiver confortável com o mundo externo, pare por aqui, para que gastar seu
tempo. Não faltam coisas “legais” para se fazer neste mundo.

Repito, nada é literal, não é uma crença, é uma metáfora, uma poesia, um conto. Seja gentil e
aceite  com certa indulgência, paciência e, se necessário, envie um comentário (ajuda, "cê" nem
sabe o quanto).

Imagine um “algo” e este “algo” tem doze ganchos e cada gancho se conecta a outro “algo“, algo
parecido, “algos” parecidos (são doze, mas podiam ser cem, mil, ou mesmo dois ou três, é um
número só para constar).

Imagine, agora, estes “algos” conectados como uma teia tridimensional. Uma grande malha. Cada
“algo” é perfeito... Mais, é a essência da perfeição. E tudo vai bem, incrivelmente bem. Quando de
repente, um único “algo” decide sair. Em função da perfeição destas conexões, este algo arranca
muitos outros “algos” desta malha, antes, perfeita.

Esta é a primeira morte.

Ao cair esta porção, este retalho, por assim dizer, da malha, como um cordão de perolas que
caem e se esparramam pelo chão. Assim se deu com estes “algos“.

De repente, o dono da malha, recolhe todos os “algos” numa cesta, depois em uma mesa, para
selecionar.

Bem, até aqui?

Bom, na mesa estes “algos” querem restabelecer-se em união e perfeição. Só que esta malha era,
como se pode ilustrar, holográfica? Os “algos” só podem ser algo se estiverem totalmente unidos.

Mas agora, a um “Algo” suspenso e a um algo no chão. Estes estão definitivamente rompidos.

Agora só é possível uma reorganização no alto, no chão é impossível, o algo que “caiu” primeiro
está irremediavelmente danificado, mas enganchado com os demais caídos. Assim, é preciso
desconectar um por um, o que provoca uma imensa solidão.

Mas os “algos” não gostam de estar só, não são assim, não tem esta natureza. Mas é preciso
redefinir os motivos para a conexão, caso contrário, voltam ao algo danificado, como um imã.

Mas o maior problema é que cada “algo” busca se ligar ao algo mais próximo, mesmo que não os
reconhecendo bem. Buscam se conectar rapidamente, pois a solidão é um estado instável (e
lastimável).

Assim, é muito difícil manter os “algos” isolados pelo tempo necessário para “arrumá-los”.

Então o “Algo” que está no alto, precisou ser aproximado dos “algos“, para que se fizesse uma
conexão nova, a que permite reorganizar a malha no alto.

Mas só há um ponto para esta conexão, e ai está o problema. Os “algos” tem mais onze pontos de
conexão, que rapidamente se ligam aos demais “algos” da mesa que por sua vez se ligam aos
“algos” já muito danificados, que por sua vez se liga ao algo completamente danificado (que
parece ter muito mais que doze ganchos).

Assim, a única forma de um “algo” voltar à condição original é se desprender dos demais, custe o
que custar, evitar ficar conectado com um grupo maior que está na beira da mesa. Pois se cair de
novo, o algo se danifica, definitivamente.

Esta é a segunda morte.

Mas tão logo este algo se afaste de beira de mesa, é possível se conectar com outros que também
se desconectaram dos, vamos chamar, “algos” pesados, fazendo com que a resultante de forças
fique mais favorável. Mas esta distribuição é volúvel e se redefine de modo aparentemente crônico
e caótico.

Neste ponto, só resta uma estratégia, atentar para o viés, se parece leve, usa-se os ganchos soltos
e faz mais uma conexão, se perece pesado, deve-se soltar os “algos” que se pareçam mais
pesados, liberando os ganchos. E assim, sucessivamente.

É um trabalho difícil e sutil.

O desejo de conexão é enorme e os “algos” contam, como mencionado antes, da solidão, que, se
por um lado permite desconectar-se do mal, por outro, também se desconectar-se do bem; este é
um dos preços a se pagar.

Mas na solidão eles exercem um dom, uma benção com aspectos de maldição: a razão, que só
podem exercer na solidão. Quando livres da forças que puxam para baixo, podem experimentar a
dor da desconexão que por sua vez leva à memória (saudades) da perfeição.

Nosso grande desafio, nestes dias que voam, nestes dias cheio de possibilidades vazias, é se
redefinir, saber e fazer escolhas, escolhas eternas.

São laços muito sutis, são laços provisórios, instáveis, envoltos em mistérios, regado por lágrimas.
Que apontam para questões tão aprofundadas em nós que se assemelham com abismos.

Estar em um estado instável é desconfortante, se sozinho, vemos o céu a partir de um inferno. Se
conectado, também parece o céu,  mas não sua certeza, a ilusão de ter um paraíso que
percebemos falho é nossa angustia ancestral.

Escrevi porque creio que não é possível usar as velhas fórmulas, nem as velhas formas e muito
menos ceder aos instintos.

Uma boa dose de desconfiança pode ser a diferença entre a vida e a morte.

O amor pode ser (e deve ser) mais duro, penetrante e urgente que a mesura usual. E será toda a
diferença.

Não é só você, lembre-se disto, são todos, somos nós; teremos olhos de ver, e o que veremos? E
o que será visto em nós?

M. Mingra

Este texto pode ser retirado a qualquer tempo. Só é útil para quem chegou perto do abismo e viu
sua face.

Deus nos abençoe.

 
     
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